Por que ninguém quis ser a Lotus amarela?

O fim da temporada passada, em 2010, e o início da deste ano, protagonizou um dos mais ridículos casos da F1; quem ficaria com os “direitos autorais” da “Equipe Lotus”, ou quem realmente poderia se chamar Lotus. O caso foi entre a Team Lotus da Malásia, dirigida por Tony Fernandes, e a Lotus Cars, fabricante de carros de rua que passou a patrocinar a Renault.

Além de quem ficaria com o nome Lotus, ficou em jogo as cores de cada equipe. A equipe de Tony Fernandes já havia afirmado ano passado, que trocaria o verde pelo preto e dourado para 2011, em lembrança a mitologia Lotus JPS dos anos 1970 e 1980. Entretanto, a partir do momento que a Lotus Cars, passou a patrocinar a Renault, eles também escolheram o preto e dourado para seu carro, batendo de frente com a ideia de Tony Fernandes, que após muitas discussão, preferiu continuar com o verde.

A Lotus-Renault insistiu no preto e dourado
Já a Team Lotus preferiu continuar com o verde

 

A verdadeira equipe Lotus, de Colin Chapman, com certeza deixou o coração e os olhos de muitos fãs extremamente encantados; com carros fantásticos e inovadores, a equipe de Chapman faturou muitas conquistas. E um dos “destaques da equipe”, hoje vemos que foram suas pinturas, muito belas, a verde, preta e dourada encantaram corações.

Mas uma pergunta: Por que ninguém quis ser a Lotus amarela? Boa pergunta não é verdade?! Tanta discussão por causa de cores, sendo que havia mais uma opção. Talvez os resultados e o sucesso da Team Lotus Camel (amarela), não foram muitos expressivos; apesar de nomes como Senna e Piquet terem guiado à amarelinha, ela não contagiou a muitos.

A "Amarelinha"

 

O ano de 1987, início da parceria com a Camel, e inicio da era amarela, era de se esperar muito da Lotus, pois em 1986 Senna havia brigado de certa forma diretamente pelo título; entretanto, o ano da equipe não foi muito bom, até conseguiu vitórias, mas não manteve o pique, e ali começou o seu declínio.

E a briga das Lotus ainda não terminou, apenas de fato deu uma acalmada. Tantos desentendimentos, mas quem não gostaria de ver uma Lotus amarela novamente? Ou ainda, quem não quer ser a amarela, pode também escolher a vermelha e dourada, da “Gold Leaf”, do final de 1960 e que rendeu a primeira vitória a Emerson Fittipaldi, e o primeiro título de Jochen Rindt, que também marcou a história da F1.

A outra opção, vermelho e dourado

 

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8 comentários em “Por que ninguém quis ser a Lotus amarela?

  1. Palhaçada essa história de existirem duas Lotus!!…A FIA liberou geral, vale tudo, o importante é a grana!! A lotus amarela seria uma boa opção na minha opinião, mas num tom diferente, talvez uma pintura metálica ajudaria e muito!!

  2. Acho que não… O amarelo era por conta dos cigarros Camel, que tinham a embalagem amarela. Nada na pintura daquele carro era sem a intenção de citar o cigarro. Por isto ninguém quis mais aquela cor.

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