Quarentona Brasileira

Há 40 anos, a história do GP do Brasil começava a ser escrita. No longo e desafiador circuito de Interlagos, a F1 partia para sua primeira corrida em terras brasileiras.

Tratava-se apenas de uma corrida extracampeonato (na época, era necessário que o país sediasse uma corrida de “teste” para se entrar na F1), e consequentemente, não valeria pontos para o campeonato mundial. Mas não foi por isso que pilotos, equipes e público deixaram a primeira corrida no Brasil de lado.

A prova começou bem para os brasileiros; Emerson largou na pole, mas quem pulou na frente foi Wilson. Mas nem tudo foi felicidade; a sorte começou a mudar para nossos compatriotas, e Emerson (que liderava a prova) a poucas voltas do final, viu sua Lotus quebrar a suspensão traseira e lhe tirar a vitória.

Reutemann herdou a liderança e seguiu para a vitória. Ronnie Peterson foi o segundo e Wilsinho completou o pódio.

Mesmo sem a vitória brasileira, aquele foi o primeiro passo dessa grande história do GP do Brasil na F1. E um Grande Prêmio aonde já vimos acontecer de tudo: dilúvios caírem, vitórias milagrosas, e títulos decididos.

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Desligados…

As primeiras horas da manhã de sábado no paddock em Sepang foram tensas. Um incêndio atingiu o Hospitality Center da Lotus e parte da cosinha. O ocorrido se deu a um curto-circuito em uma geladeira.

Depois dizem que o “rapaz” da imagem abaixo é que é desligado!

Mas não duvido que seja ele que deixou a geladeira com problemas, depois de ter pegado seu “sorvetinho” da Kibon!

Sennas sem comparação

Família é uma coisa que não se questiona! A genética e os mistérios que envolvem todo esse “grande projeto” são “soberanos”. E a entrada de Bruno Senna na F1 em 2010, e neste ano a ida de Bruno para uma das equipes onde o tio dele (Ayrton) pilotou, implica justamente na questão se realmente ele é um piloto promissor; pelo menos em alguma “sombra” do que foi A. Senna. Sem dúvida nenhuma, “nunca devemos” os comparar! Até porque cada época é uma época, e cada piloto é um piloto.

O que Bruno Senna mostrou no GP da Malásia, foi uma apresentação de um piloto determinado; determinado a dar um basta na falta de resultados, e dar início a um novo rumo na carreira na F1. Claro que a chuva o ajudou… Hi não; chuva, ajuda a Senna; entenderam tudo?! Mas fez uma grande corrida; esteve em último lugar na prova, e a terminou na 6ª colocação; e não teve vida mole: lutou, ultrapassou, se manteve, e obteve os tão sonhados primeiros pontos no ano; não só dele mas como da equipe.

Não estou equivocado de maneira nenhuma, em escrever essas palavras, “elogiando” a corrida  de B. Senna; dai honra a quem merece honra.

Sem comparar! Vamos somente “observar”: